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Tim Cook acredita que, por muitos anos, o iPhone continuará sendo parte essencial da sua vida.

Homem sentado à mesa com laptop, tablet e celular, participando de videochamada com mulher sorridente.

Tim Cook deixou claro que, pelo menos por enquanto, o iPhone segue firme como peça central da estratégia da Apple - e da rotina de muita gente.

Isso faz sentido. O iPhone está entre os produtos de tecnologia mais marcantes de todos os tempos. Além de ter impulsionado a revolução dos smartphones, o aparelho da Apple mudou a forma como nos relacionamos com o universo digital e elevou o padrão de toda a indústria.

O dispositivo, que completa 20 anos no próximo ano, continua ganhando espaço. Ele acabou de ultrapassar a Samsung em vendas pela primeira vez em 14 anos, sinal de que seu apelo está longe de diminuir. Ainda assim, faz tempo que se fala em uma tecnologia capaz de assumir esse papel do smartphone - a ponto de tornar o iPhone dispensável: os óculos inteligentes.

Aliás, a Apple trabalha no seu próprio modelo para disputar mercado com a Meta, que hoje lidera o setor. Mas, ao que tudo indica, Tim Cook não enxerga essa transição da mesma forma.

« iPhone não vai a lugar nenhum »

O iPhone não vai a lugar nenhum, e vai estar por aqui por muito tempo ainda”, afirma o executivo em entrevista ao youtuber americano Nikias Molina. Ainda há muita coisa que podemos fazer com o iPhone, e acredito que ele seguirá no centro da vida digital das pessoas, completa.

A mensagem é bem direta: nada deve tirar o iPhone do trono tão cedo, nem mesmo os óculos conectados. Porque, vale lembrar, embora esse produto tenha um futuro promissor, por um bom tempo ele ainda vai depender do smartphone.

Enquanto isso, o iPhone continua evoluindo. No ano passado, a Apple inovou com o iPhone Air, um aparelho extremamente fino, mas que no fim não alcançou o sucesso esperado. E, neste ano, a marca deve apresentar o iPhone Fold, um modelo dobrável que pode incomodar a Samsung.

Se depender de Tim Cook, o iPhone ainda tem muito fôlego - mesmo com muitos analistas dizendo que o mercado de smartphones já atingiu sua maturidade.

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A filosofia da Apple

O CEO também mostrou bastante entusiasmo com o que vem pela frente: “Os próximos 50 anos serão definidos pelas pessoas e pela cultura. E você pode apostar que isso será realmente inovador, uma combinação de hardware, software e serviços. Porque a mágica acontece na interseção entre eles”, explicou, reforçando, sem surpresa, que “tudo gira em torno do ecossistema”.

É preciso manter o usuário no centro. Se você está sempre tentando, como fazemos, melhorar a vida de outra pessoa, então você o mantém no centro - e pode apostar que as criações que você fizer serão boas para o mundo”, acrescentou. Uma forma de deixar ainda mais clara a filosofia da gigante de Cupertino.

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