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Conheça a previsão do preço dos combustíveis para a semana

Homem verifica gráfico de preços no celular em posto de gasolina ao lado de carro branco.

Na semana que começa em 15 de setembro, a expectativa é de estabilidade no preço dos combustíveis, sem indícios de variações relevantes.

Conforme as projeções do setor (fonte: ACP), tanto o preço do diesel simples (gasóleo simples) quanto o preço da gasolina simples devem permanecer sem alterações.

Com isso, a partir de segunda-feira (15 de setembro), a estimativa é que o preço médio do diesel simples fique em 1,564 €/l, enquanto a gasolina simples deve se manter em 1,71 €/l.

Preço dos combustíveis: como se chega aos valores médios

A estimativa do preço dos combustíveis é calculada com base nos números divulgados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os dados publicados na quinta-feira anterior, 11 de setembro.

Os valores apresentados pela DGEG já consideram descontos praticados pelas distribuidoras e também as medidas do Governo atualmente em vigor.

Mesmo assim, vale lembrar que esses números não correspondem necessariamente ao preço exibido na bomba. Eles funcionam como médias indicativas, e cada posto ou rede tem autonomia para definir seus preços finais.

Medidas do Governo em vigor (ISP e taxa de carbono)

Desde 2022, continuam em aplicação as medidas do Governo voltadas a reduzir o impacto da alta no preço dos combustíveis, com foco principal no ISP (Imposto sobre Produtos Petrolíferos).

Neste ano, o ISP teve um aumento de 3 cêntimos por litro. No entanto, como houve redução na taxa de carbono, o efeito combinado acabou por não alterar a carga tributária total sobre os combustíveis.

Dessa forma, a soma de todos os descontos fiscais representa uma redução de 17,6 cêntimos por litro no diesel (gasóleo) e de 19,2 cêntimos por litro na gasolina.

O que pode influenciar o preço dos combustíveis nas semanas seguintes

Mesmo quando as projeções apontam estabilidade, o preço dos combustíveis pode ser pressionado por variáveis como a cotação internacional do petróleo, oscilações no câmbio euro/dólar e ajustes na logística e na distribuição. Mudanças rápidas em qualquer um desses fatores tendem a aparecer primeiro nas previsões do setor e, depois, no preço médio reportado.

Para quem abastece com frequência, uma boa prática é acompanhar preços por região e por rede, já que a diferença entre postos pode ser significativa. Comparar valores antes de abastecer e observar padrões (por exemplo, dias com promoções ou descontos por meios de pagamento) ajuda a reduzir o custo final, mesmo quando o preço médio nacional permanece praticamente igual.

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