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Preço dos combustíveis deverá subir na próxima semana

Homem abastece carro em posto de gasolina enquanto consulta celular, segurando bico da bomba.

Na virada para a próxima semana, com início em 22 de setembro, a notícia não é das melhores para quem precisa encher o tanque: a expectativa do mercado é de alta no preço dos combustíveis já na segunda-feira.

Conforme as projeções do setor, o preço do gasóleo simples e o preço da gasolina simples devem registrar um reajuste de 0,5 centavo por litro (fonte: ACP).

Se o cenário se confirmar, a partir de segunda-feira o preço médio do gasóleo simples deve passar a 1,56 €/L. Já o preço médio da gasolina simples deve ficar em 1,704 €/L.

Como é calculado o preço dos combustíveis (DGEG)

A estimativa do preço dos combustíveis é construída a partir dos números publicados pela Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) - neste caso, os dados divulgados na última quinta-feira, 18 de setembro.

Os valores informados pela DGEG já consideram tanto os descontos aplicados pelas distribuidoras quanto as medidas do governo que estão em vigor no momento.

Ainda assim, é importante ter em mente que esses números não correspondem, necessariamente, ao que você verá na bomba. Eles funcionam como valores médios e indicativos, já que os postos e revendedores têm liberdade para definir os preços que quiserem praticar.

Um bom jeito de se preparar é acompanhar a variação entre postos da sua região e, quando possível, comparar preços em rotas alternativas (por exemplo, fora de vias expressas e áreas de grande fluxo), onde a diferença por litro pode ser mais perceptível.

Também vale lembrar que pequenas mudanças no hábito de condução ajudam a reduzir o impacto do aumento: manter a calibragem correta dos pneus, evitar acelerações bruscas e planejar trajetos com menos congestionamento costuma melhorar o consumo e diminuir a frequência de abastecimento.

Medidas do governo em vigor (ISP e taxa de carbono)

Desde 2022, seguem válidas as medidas do governo voltadas a aliviar o aumento do preço dos combustíveis, com foco principalmente no ISP.

Embora o ISP tenha subido 3 centavos por litro neste ano, a redução no valor da taxa de carbono acabou evitando mudanças na carga fiscal total sobre os combustíveis.

Com isso, a soma dos chamados «descontos fiscais» resulta em 17,6 centavos a menos por litro de gasóleo e 19,2 centavos por litro de gasolina.

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