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Todos os horários do GP de Inglaterra 2025 de Fórmula 1

Carro de Fórmula 1 GHR GP 2025 exposto em ambiente interno com piso brilhante e proteção vermelha.

O “circo” da Fórmula 1 desembarca novamente em Silverstone já neste sábado, voltando ao cenário onde a categoria deu seus primeiros passos - foi ali, há 75 anos, que tudo começou. Hoje, o evento carrega um nome bem mais corporativo e distante daquela estreia de 13 de maio de 1950: Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 2025 da Fórmula 1, apresentado por Qatar Airways.

A temporada segue em alta rotação e, até aqui, tem sido especialmente positiva para uma das equipes da casa: a McLaren. O time continua na briga, separado por algumas dezenas de pontos das principais adversárias, tanto no Campeonato de Construtores quanto no Campeonato de Pilotos. E, dentro do próprio box, a disputa também está acesa: Lando Norris e Oscar Piastri vêm se alternando na pressão pelo topo da tabela.

Antes de a caravana chegar à Inglaterra, o GP da Áustria deixou um rastro de incidentes. Logo na primeira volta, um toque involuntário tirou da corrida Max Verstappen e Kimi Antonelli. Mesmo assim, eles não foram os primeiros a abandonar: Carlos Sainz sequer alinhou para valer, depois de ter o carro pegando fogo ainda durante a volta de formação.

Entre os destaques do fim de semana austríaco, a boa notícia veio de um novato: Gabriel Bortoletto cruzou a linha em oitavo, exatamente a posição de largada. O resultado garantiu seus primeiros quatro pontos no Mundial de F1.

Em Silverstone, é natural que os holofotes se voltem aos nomes britânicos - Lando Norris (McLaren), Lewis Hamilton (Ferrari), George Russell (Mercedes-AMG) e Oliver Bearman (Haas) -, embalados por uma torcida que costuma transformar o autódromo em caldeirão. Ainda assim, ninguém no pelotão vai tratar os rivais como “desatentos”: em um circuito rápido e técnico como este, qualquer pequena vantagem pode virar resultado.

Silverstone na Fórmula 1: o que torna o GP da Grã-Bretanha tão decisivo

O traçado de Silverstone é conhecido por exigir estabilidade em curvas de alta e precisão em sequências rápidas, o que costuma expor pontos fortes e fracos de cada carro. Setores fluidos, mudanças de direção em alta velocidade e zonas de frenagem que pedem confiança fazem com que acerto aerodinâmico e gerenciamento de pneus sejam determinantes do começo ao fim.

Outro elemento que frequentemente entra no jogo é o clima inglês: variações repentinas de vento e chuva podem embaralhar estratégias, provocar safety car e transformar uma decisão de pit stop em ganho (ou perda) de posições. Por isso, além de velocidade pura, a etapa costuma premiar equipes que leem bem a pista e reagem rápido às mudanças.

Programação completa (horário de Brasília)

A corrida deste ano em Silverstone, na Inglaterra, terá 52 voltas, totalizando 306,198 km. Cada volta mede 5,891 km. O recorde de volta mais rápida segue sendo o de Max Verstappen, marcado em 2020, com 1min27s097.

Como de costume, todas as sessões terão transmissão ao vivo, seja pela F1 TV ou pela DAZN, com narração e comentários em português.

4 de julho (sexta-feira): - 08h30–09h30 - Treino livre 1
- 12h00–13h00 - Treino livre 2

5 de julho (sábado): - 07h30–08h30 - Treino livre 3
- 11h00–12h00 - Classificação

6 de julho (domingo): - 11h00 - Corrida

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